Aliens - A sequela
Foram necessários sete anos para voltar a ver o monstro em Aliens – O regresso. Recordo-me de que este foi o primeiro filme que fui ver sozinho ao cinema. Quando cheguei a casa, iniciei o ritual de ir fechando as luzes atrás de mim, saltar para a cama e, rapidamente, esconder-me debaixo dos lençóis. James Cameron teve a brilhante ideia, mantendo a sensação claustrofóbica do filme, ao juntar à história um factor rico em adrenalina, proporcionando ao espectador um desenvolvimento repleto de acção e movimento. Co-ajudado pelo efeitos especiais, agora melhorados, o medo e o mistério intensificaram-se, conseguindo um produto final, a nível do terror, de bastante qualidade. Realmente, uma das sequelas mais bem conseguidas na história do cinema.
Alien 3 foi, talvez, a maior desilusão. David Fincher, o realizador, tentou fazer o melhor que pode, numa história que pretendia regressar às origens do primeiro filme, em que o monstro perseguia as suas vítimas, uma a uma, mais uma vez, num local escuro e claustrofóbico. O público, depois da intensa acção do anterior, rejeitou o regresso ao puro suspense.
Alien 4, ou Alien: Resurrection, foi o último da saga. Aliado a muitas dificuldades, desde a contratação de actores, escolha de locais, alteração de argumento e final previsto, até às normais dificuldades financeiras, o filme estava destinado ao fracasso. Visualmente, é aceitável, mas a forma forçada como foi idealizado deixa o espectador, claramente, em angústia.
Depois, os AvP’s. O primeiro Alien versus Predator veio trazer aquilo que muitos já aguardavam: um alien na Terra. Escolheram colocá-lo lá nos confins do mundo, onde ninguém daria por ele. A novidade? Duas bestas colossais a lutarem, Alien e Predator, com humanos a servirem de acompanhamento. Não podemos esquecer que foi uma visão sobre o jogo com o mesmo nome.
O segundo AvP, AVPR: Aliens v Predator – Requiem, vi há dias no cinema. Em poucas palavras. Juntem tudo o que viram sobre aliens, predators e AvP’s, misturem bem, juntem um punhado de actores com personagens tão banais que pouco importa o que lhes aconteça e temos uma imagem de como produzir mau cinema.
Alien 3 foi, talvez, a maior desilusão. David Fincher, o realizador, tentou fazer o melhor que pode, numa história que pretendia regressar às origens do primeiro filme, em que o monstro perseguia as suas vítimas, uma a uma, mais uma vez, num local escuro e claustrofóbico. O público, depois da intensa acção do anterior, rejeitou o regresso ao puro suspense.
Alien 4, ou Alien: Resurrection, foi o último da saga. Aliado a muitas dificuldades, desde a contratação de actores, escolha de locais, alteração de argumento e final previsto, até às normais dificuldades financeiras, o filme estava destinado ao fracasso. Visualmente, é aceitável, mas a forma forçada como foi idealizado deixa o espectador, claramente, em angústia.
Depois, os AvP’s. O primeiro Alien versus Predator veio trazer aquilo que muitos já aguardavam: um alien na Terra. Escolheram colocá-lo lá nos confins do mundo, onde ninguém daria por ele. A novidade? Duas bestas colossais a lutarem, Alien e Predator, com humanos a servirem de acompanhamento. Não podemos esquecer que foi uma visão sobre o jogo com o mesmo nome.
O segundo AvP, AVPR: Aliens v Predator – Requiem, vi há dias no cinema. Em poucas palavras. Juntem tudo o que viram sobre aliens, predators e AvP’s, misturem bem, juntem um punhado de actores com personagens tão banais que pouco importa o que lhes aconteça e temos uma imagem de como produzir mau cinema.
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